Em uma cidade aonde só haviam loiras burras, se destacava por sua inteligência, uma loira inteligente.
Um dia ela foi assaltada na beira de um precipício.
- Me passe seu celular, sua burra!
- Nunca! Prefiro morrer.
- Então vou te matar.
O ladrão apontou a arma para ela, mas ela pulou do precipício e gritou.
- Você não vai me matar!!!
E ele não a matou, pois ela era muito inteligente para morrer em um roubo de celular
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Louco, o homem que era louco
Era uma vez, numa cidadezinha do interior de São Paulo; havia um homem louco que se chamava Louco.
Louco morava sozinho em sua casa de dois andares e jogava pedra nas crianças pela janela do andar de cima sempre que elas passavam na rua, tentando lhes acertar a cabeça.
Um dia, Louco acertou uma pedra na testa de um menino e a pedra entrou dentro da testa dele, formando um olho maligno. Essa pedra, que agora era um olho, saía destruindo toda a cidade com raio laser que saía da testa do menino.
Todos morreram, menos Louco e o menino, então louco ficou de frente a frente com o menino. O menino soltava raios e Louco sempre desviava, mas não era o suficiente, Louco prescisava de poderes também. Sem escolha, Louco pegou uma pedra e enfiou em sua testa.
Louco morreu...
Louco morava sozinho em sua casa de dois andares e jogava pedra nas crianças pela janela do andar de cima sempre que elas passavam na rua, tentando lhes acertar a cabeça.
Um dia, Louco acertou uma pedra na testa de um menino e a pedra entrou dentro da testa dele, formando um olho maligno. Essa pedra, que agora era um olho, saía destruindo toda a cidade com raio laser que saía da testa do menino.
Todos morreram, menos Louco e o menino, então louco ficou de frente a frente com o menino. O menino soltava raios e Louco sempre desviava, mas não era o suficiente, Louco prescisava de poderes também. Sem escolha, Louco pegou uma pedra e enfiou em sua testa.
Louco morreu...
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