Soprana era uma mulher que adorava ópera. Sua voz era soprano e ela adorava fazer notas agudas. Ela sempre impressionava todos na igreja que ela se apresentava, mas seu sonho era apresentar uma ópera.
Um dia, ela descobriu que estava tendo audições em sua cidade, então ela treinou muito para participar, mas na hora de se apresentar ela queria fazer a mais alta nota possível.
Quando ela foi fazer a audição, ela resolveu cantar a ária Queen Of The Night e no final ela forçou o máximo para fazer uma nota super aguda que estourou seus tímpanos e a fez gritar ainda mais alto de tanta dor.
Todos os vidros se quebraram e as paredes racharam, mas todos ali presentes ficaram impressionados. Ela foi imediatamente aceita, mas ela não escutava mais e entrou em depressão.
Nunca mais cantou.
Gabriel from the darkness.
Histórias idiotas e sem sentido, apreciem (ou não)
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sábado, 9 de janeiro de 2016
sábado, 5 de dezembro de 2015
O menino que roubava bolsas.
Era uma vez, um menino que tinha de tudo. Um dia, um homem deixou cair uma moeda de 5 centavos na rua, e o menino abaixou para pegar, porém ele gostou da sensação de ter algo dos outros em sua posse, por isso, não devolveu. Viciou!
Não demorou muito para o menino começar a roubar brinquedos de outras crianças, e outras coisas menores. Com o passar do tempo, ele começou a roubar bolsas de mulheres pelo simples prazer de roubar. Ele roubava todas as mulheres da cidade.
Em um certo dia, passava uma senhora rica com uma bolsa de couro. Podia ver que ela tinha de tudo. Ele pegou a alça da bolsa da mulher, que instantaneamente olhou pra ele. Era a sua mãe.
Desesperada ao ver o filho roubando, a mulher amarrou a alça da bolsa nos pulsos do filho, apertou bem forte, tão forte que arrancou as mãos do menino.
Ele nunca mais roubou.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
O menino que gostava de comer.
Em uma fazenda distante, havia um menino que gostava muito de comer. Ele comia um pouco de tudo para deliciar-se com os prazeres da gastronomia.
Com o passar do tempo, ele começou a ir a festivais de comida para provar todo tipo de comida de todas as regiões do mundo, e ele já havia provado cada prato já inventado, menos o próprio prato. Então ele começou a comer os pratos de vidro, plásticos e metais. Não satisfeito, ele começou a comer as construções da cidade, árvores e todo tipo de animal.
Após ir tão longe, ele resolveu entrar para os recordes, então, ele começou a comer tudo o que via em sua frente. Após comer todas as pessoas do mundo, ele resolveu comer o mundo, então, ele ficou para sempre flutuando no espaço.
Com o passar do tempo, ele começou a ir a festivais de comida para provar todo tipo de comida de todas as regiões do mundo, e ele já havia provado cada prato já inventado, menos o próprio prato. Então ele começou a comer os pratos de vidro, plásticos e metais. Não satisfeito, ele começou a comer as construções da cidade, árvores e todo tipo de animal.
Após ir tão longe, ele resolveu entrar para os recordes, então, ele começou a comer tudo o que via em sua frente. Após comer todas as pessoas do mundo, ele resolveu comer o mundo, então, ele ficou para sempre flutuando no espaço.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
O menino que tirava cutículas.
Em uma escola do interior do Rio de Janeiro, havia um menino que adorava tirar cutículas. Ele tirava as cutículas de seus dedos com as próprias unhas, mesmo sabendo que podia machucar.
- Para de tirar suas cutícula, menino - dizia a professora já irritada - Presta atenção na aula, miséra.
O menino tentou, mas seu vício era maior e tinha um pedaço implorando para ser arrancado. Então ele puxou.
A professora ficou aterrorizada. Não apenas a cutícula do menino saiu, mas a pele do dedo também. O menino gritava de dor e mesmo assim ele continuou, até que ele tirou toda a pele do braço, pescoço e do rosto. Então morreu, pois todos desmaiaram com a cena e ninguém o ajudou.
- Para de tirar suas cutícula, menino - dizia a professora já irritada - Presta atenção na aula, miséra.
O menino tentou, mas seu vício era maior e tinha um pedaço implorando para ser arrancado. Então ele puxou.
A professora ficou aterrorizada. Não apenas a cutícula do menino saiu, mas a pele do dedo também. O menino gritava de dor e mesmo assim ele continuou, até que ele tirou toda a pele do braço, pescoço e do rosto. Então morreu, pois todos desmaiaram com a cena e ninguém o ajudou.
sábado, 4 de julho de 2015
A sonseira de Sonso
Sonso era um menino sonso. Por ser sonso, era vítima de bullying na escola, tanto com os alunos quanto pelos professores.
- Seu sonso! - dizia sua professora de português - Esse menino é sonso.
Sonso não aguentava mais a raiva e resolveu se vingar. Queria matar todos que aparecessem em sua frente, e o primeiro era um menino idiota que estava em sua frente. Queria matá-lo e ele estava em sua casa.
Sonso foi correndo e pulou para socar o menino que fez o mesmo.
Era um espelho.
- Seu sonso! - dizia sua professora de português - Esse menino é sonso.
Sonso não aguentava mais a raiva e resolveu se vingar. Queria matar todos que aparecessem em sua frente, e o primeiro era um menino idiota que estava em sua frente. Queria matá-lo e ele estava em sua casa.
Sonso foi correndo e pulou para socar o menino que fez o mesmo.
Era um espelho.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A Loira inteligente
Em uma cidade aonde só haviam loiras burras, se destacava por sua inteligência, uma loira inteligente.
Um dia ela foi assaltada na beira de um precipício.
- Me passe seu celular, sua burra!
- Nunca! Prefiro morrer.
- Então vou te matar.
O ladrão apontou a arma para ela, mas ela pulou do precipício e gritou.
- Você não vai me matar!!!
E ele não a matou, pois ela era muito inteligente para morrer em um roubo de celular
Um dia ela foi assaltada na beira de um precipício.
- Me passe seu celular, sua burra!
- Nunca! Prefiro morrer.
- Então vou te matar.
O ladrão apontou a arma para ela, mas ela pulou do precipício e gritou.
- Você não vai me matar!!!
E ele não a matou, pois ela era muito inteligente para morrer em um roubo de celular
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Louco, o homem que era louco
Era uma vez, numa cidadezinha do interior de São Paulo; havia um homem louco que se chamava Louco.
Louco morava sozinho em sua casa de dois andares e jogava pedra nas crianças pela janela do andar de cima sempre que elas passavam na rua, tentando lhes acertar a cabeça.
Um dia, Louco acertou uma pedra na testa de um menino e a pedra entrou dentro da testa dele, formando um olho maligno. Essa pedra, que agora era um olho, saía destruindo toda a cidade com raio laser que saía da testa do menino.
Todos morreram, menos Louco e o menino, então louco ficou de frente a frente com o menino. O menino soltava raios e Louco sempre desviava, mas não era o suficiente, Louco prescisava de poderes também. Sem escolha, Louco pegou uma pedra e enfiou em sua testa.
Louco morreu...
Louco morava sozinho em sua casa de dois andares e jogava pedra nas crianças pela janela do andar de cima sempre que elas passavam na rua, tentando lhes acertar a cabeça.
Um dia, Louco acertou uma pedra na testa de um menino e a pedra entrou dentro da testa dele, formando um olho maligno. Essa pedra, que agora era um olho, saía destruindo toda a cidade com raio laser que saía da testa do menino.
Todos morreram, menos Louco e o menino, então louco ficou de frente a frente com o menino. O menino soltava raios e Louco sempre desviava, mas não era o suficiente, Louco prescisava de poderes também. Sem escolha, Louco pegou uma pedra e enfiou em sua testa.
Louco morreu...
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